dias normais

revolve?


Em algum lugar da BR-262

O ônibus chacoalhava levemente a cada curva da sinuosa BR-262 e eu sentia frio, mas só um pouco. Dos fones do meu iPod ainda tocava alguma música baixinho. Troquei de música no shuffle algumas vezes e tentei cochilar, sem muito sucesso.

Enquanto isso, os passageiros do velho Itapemirim seguiam tranquilos, dormindo, com exceção de uma mulher e seu filho menor, que estavam com as luzes de leitura acesas, algumas fileiras à minha frente.

Encostei minha cabeça no vidro embaçado da janela. De tempos em tempos, podia ver as luzes distantes passarem rapidamente pelos meus olhos. Lia os anúncios pintados à mão nos muros das cidadezinhas tentando descobrir onde estava.

O ônibus reduziu a velocidade para passar por um quebra-molas de uma rua de paralelepípedos.

Pensei em todas aquelas casas cheias de pessoas, que outrora estariam acordadas, trabalhando e com contas a pagar. Pensei naquelas ruas vazias e mal iluminadas, naquela noite suave, em algum lugar entre o Espírito Santo e Minas Gerais.

Me perguntei se conhecia alguém que morasse ali.

2011: eu fui

Comecei o ano no Instituto Ideias. Aprendi coisas importantíssimas pro resto do ano. Fui à Campus Party, entrei pro time da Giran, saí da Giran e entrei para a família Wine.

Minha irmã se casou, comecei a morar sozinho e vi o Broken Social Scene ao vivo no Rio de Janeiro.

Participei do Interaction South America junto com grandes colegas, qualifiquei meu projeto de graduação — e que venha o Projeto de Graduação II!

Conheci novas pessoas, fiz novas amizades. Algumas se enfraqueceram e outras se fortaleceram ainda mais.

Dormi pouco, sonhei muito.

O que mais? Agora não lembro; 2012 promete ainda mais.

s.

saulo

saulo é um cara muy doido. :P tipo assim... no worries, right? :)

(o que estou ouvindo agora?)

Umnavio – Mais seis meses no mar

“Mais Seis Meses no Mar” é o nome do novo EP do quarteto mineiro Umnavio de Uberlândia/MG. Os caras fazem um som reminiscente de bandas como o Cap’n Jazz que, lá no começo dos anos 90, ajudaram a tornar o hardcore emo um gênero mais acessível às massas e influenciaram as próximas gerações do indie rock americano.

Destaques do álbum pr’as faixas Alaska/US e Descanso/SC.

Mais seis meses no mar, umnavio.

Ferro e Vinho na La Blogotheque




Entre uma taça de vinho e outra Sam Beam, mais conhecido como Iron & Wine, toca Tree by the River numa apresentaçãozinha intima pro La Blogotheque. Coisa finíssima.

Tocando o Doodle do Google

Caso o vídeo não abra, vá lá.

Deixando o Terminal do Mac OS X mais legível e bonitista

Você, amigo designer, que com certeza tem um iMac, já deve ter se deparado com alguma situação na qual foi necessário abrir o famigerado Terminal, não é? Pois bem.

Não, isso não é uma cena de Matrix.

Terminal, pra quem não sabe, meus amigos, não é uma coisa bonita de se ver não. Essa tela ai em cima, cheia de letras, de comandos e de mensagens é o Terminal e, uma das coisas mais tristes em trabalhar com ele é ter que processar a quantidade enorme de informações que aparecem na tela.

Então.

Pra melhorar um pouco a convivência com a parada, é muito comum a galera da programação personalizar um arquivozin chamado .bash_profile pra poder habilitar cores diferentes para os diversos comandos utilizados e tudo mais.

O problema é que, invariavelmente, o resultado acaba sendo uma bela porcaria. Isso porque as cores que são disponibilizadas pelo Terminal são as menos legíveis POSSÍVEIS do mundo, sem brincadeira.

Felizmente, há um jeito simples de resolver esse problema pra evitar alguns olhos sangrando e que envolve apenas a instalação de alguns arquivos no sistema.

SIMBL + Terminal Colours + IR_Black

Comparação antes e depois do hack para habilitar cores personalizáveis no Terminal do Mac OS X Snow Leopard.

Instalação

E é isso, basicamente. Se quiser, você também pode alterar as cores clicando no botão more dentro das configurações do aplicativo.

Listagem de cores personalizadas do Terminal

Ah! Para listar as cores como na imagem acima, copie e cole o código abaixo no Sublime Text ou qualquer que seja o seu editor de textos favorito:

#!/bin/bash
echo -e "\033[0mCOLOR_NC (No color)"
echo -e "\033[1;37mCOLOR_WHITE\t\033[0;30mCOLOR_BLACK"
echo -e "\033[0;34mCOLOR_BLUE\t\033[1;34mCOLOR_LIGHT_BLUE"
echo -e "\033[0;32mCOLOR_GREEN\t\033[1;32mCOLOR_LIGHT_GREEN"
echo -e "\033[0;36mCOLOR_CYAN\t\033[1;36mCOLOR_LIGHT_CYAN"
echo -e "\033[0;31mCOLOR_RED\t\033[1;31mCOLOR_LIGHT_RED"
echo -e "\033[0;35mCOLOR_PURPLE\t\033[1;35mCOLOR_LIGHT_PURPLE"
echo -e "\033[0;33mCOLOR_YELLOW\t\033[1;33mCOLOR_LIGHT_YELLOW"
echo -e "\033[1;30mCOLOR_GRAY\t\033[0;37mCOLOR_LIGHT_GRAY"

Salve o arquivo com o nome colors e adicione as permissões para torná-lo executável com o comando $ chmod +x colors

PS: se precisar de um .bash_profile personalizado o meu está disponível lá no GitHub. :)

adena experiment #1

adena experiment #1 from Saulo Pratti on Vimeo.

Pedalar é preciso

Ir para o trabalho de bicicleta, melhor coisa. Há tempos que eu planejava fazer isso e finalmente estou conseguindo. Gasto 20 minutos. 30 minutos se não quiser ficar cansado.

Coisas já feitas na magrela — e outras que ainda poderão ser feitas:

  • Cadeado R$ 20,00
  • Sineta R$ 6,00
  • Selim R$ 50,00
  • Farol e pisca
  • Retrovisor
  • Capacete
  • Jogo de rodas
  • Jogo de pneus
  • Guidão
  • Para-lamas
  • Garupa
  • Cestinha
  • Pintura
  • Passador de marcha na guia

você é o turista

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