Sexta-feira à noite, hora de sair para os bares e baladas da cidade, mas você está aí de bobeira na internet porque chegou tarde demais em casa para poder sair com os amigos e rular na life. Agora, sem ninguém para te fazer companhia e com fome, você vai até a cozinha e percebe que não há nada relativamente apetitoso para encher essa pança redonda que vem crescendo nos últimos meses. O que fazer, você pergunta inconscientemente a si mesmo e ao seu estomago.
Pois a solução para o seu problema é bem simples, não sendo necessário ter habilidade especial alguma em cooking. Com apenas alguns ingredientes encontrados na geladeira - principalmente se tu for daqueles que não moram com os pais - você poderá ter uma refeição desbalanceadamente nutritiva, altamente apetitosa e relativamente econômica.
Você vai precisar de:
1 pacote de macarrão instantâneo sabor galinha caipira - ou a que tiver sobrando por aí, desde que não seja algo violento demais.
Sobras de molho de cachorro quente com milho-verde.
1 e somente um ovo.
Queijo mineiro processado - daqueles que vende na padaria, sabe? - ou mesmo parmesão ralado. Como qualquer receita desse tipo, vai do que tiver disponível aí.
E para acompanhar, um refrigerante de guaraná.
Modo de fazer:
Prepare o miojo macarrão instantâneo da forma tradicional, mas de forma que fique bem sequinho e coloque o tempero.
Sem apagar o fogo, jogue o ovo - sem casca, né - no meio do macarrão e deixe mais um pouquinho até ele dar uma cozidinha básica e então apague o fogo.
Corte o queijo em pedaços e jogue no macarrão pra dar aquela derretida cremosa.
Preencha o fundo de um prato com o molho de cachorro-quente frio mesmo, se for o caso. Se tiver milho-verde, coloque-o, dá um toque especial ao prato. Aproveite para colocar mais umas fatias de queijo afinal, queijo nunca é demais.
Coloque o macarrão no prato, junto com o molho e o queijo que já estavam lá e dê uma misturadinha pra ficar no ponto.
Espere esfriar para não queimar a língua, seu fominha.
O resultado:
O mais legal nessas receitas de ingredientes estranhos e misturas mirabolantes é usar o que tiver sobrando aí no seu refrigerador e torcer para que fique bom. Eu nem tirei foto, mas garanto que 5 minutos depois esse prato já estava vazio e eu estava de pernas pra cima arrotando o gás do refri.
Agora, se você teve coragem ou está pensando em ter coragem de seguir esta receita que acabei de escrever, lembre-se de comentar sobre a experiência e, acima de tudo, não deixe de passar dicas que por ventura eu tenha deixado escapar, fechado? Buon appetito!
São com essas palavras que o Google lança o Projeto 10 elevado a 100 Veja o pequeno vídeo:
Quantas idéias boas você já teve mas que não levou a diante por não acreditar que elas pudessem dar certo ou apenas por preguiça de botá-las em prática? Eu admito, já tive inúmeras vezes.
Mas tudo bem, o Google acredita em você, ou melhor, na sua idéia. E para botá-la em prática vai investir 10 milhões de dólares nas melhores idéias que forem enviadas e forem escolhidas. Não se anime demais: o dinheiro é pra realizar o projeto, não para o dono da idéia.
A idéia do projeto é incentivar as pessoas a contribuírem com idéias que possam de alguma maneira melhorar a forma com que as pessoas vivem no mundo, para que possamos cuidar melhor dele.
Mas é melhor ficar esperto, o prazo para envio vai até o dia 20 de outubro e a sua idéia deve estar encaixada num dessas categorias:
Comunidade: Como podemos ajudar a conectar pessoas, criar comunidades e proteger culturas específicas?
Oportunidade: Como podemos ajudar pessoas a cuidarem melhor de si mesmas e de suas famílias?
Energia: Como podemos fazer o mundo se voltar para a energia segura, limpa e barata?
Ambiente: Como podemos ajudar a promover um ecossistema global mais limpo e mais sustentável?
Saúde: Como podemos ajudar indivíduos a viverem mais e com mais saúde?
Educação: Como podemos fazer com que mais pessoas obtenham acesso a uma educação melhor?
Moradia: Como podemos ajudar a garantir que todos tenham um lugar seguro para viver?
Tudo mais: Em algumas ocasiões, as melhores idéias não se encaixam em nenhuma categoria.
E mesmo que você acredite que sua idéia não tem o potencial de mudar o mundo, pense que pode ser um ponto de partida para novas idéias surgirem.
A iniciativa do Google de fomentar essa movimentação de idéias, pra mim, é o mais bacana. E é por isso que vou mandar minhas idéias malucas pra lá. Se não forém úteis para mais ninguém, pelo menos serão boas para mim.
Falta menos de uma semanaUM MÊS para o TIM Festival desse ano e devo dizer que não estou nem um pouco animado para o concerto, quanto mais para fazer o meu “famoso” lineup alternativo do TIM Festival.
As atrações realmente estão uma bosta, pra falar a veradade. A exceção, na minha opinião, é o nigga motherfucker Kanye West que ganhou meu respeito logo de cara na primeira vez que assisti ao clipe da música Flashing Lights. Ignorante demais, puxa vida.
Mas nem a pau que eu pagaria 250 conto. Tá certo, seria R$125 porque sou estudante, mas mesmo assim. A propósito, a melhor coisa do TIM Festival em Vitória é a vantagem de que aqui o precinho dos shows é beeem camarada: 60 pila cada noite, contra 150 da versão paulista.
Se eu pudesse, eu iria em todos os dias, só que ao contrário do ano passado que eu fui exclusivamente para o show da maravilhosíssima Cat Power, esse ano eu pretendo ir mais pela música em si do que qualquer outra coisa. Por isso, penso seriamente em comprar o ingresso para o segundo dia das apresentações que terá no palco Siba e Gogol Bordello.
O Gogol Bordello eu já conheço de outros carnavais, ou melhor, conheço do Coachella desse ano, um dos maiores festivais de música do planeta, no meio do deserto! Meu pai costuma contar as histórias dele sobre os festivais de música de Alegre que ele foi quando era jovem, os acampamentos e as loucuras Woodstock-style, salvaguardado as devidas proporções.
Mas eu, bem… eu passei o fim-de-semana inteiro assistindo à transmissão do festival pela internet, com MUITAS bandas fodas - o lineup do festival não mente - e o Gogol foi uma banda que eu ainda não conhecia e que foi uma das que me chamou mais a atenção, sobretudo pela originalidade e energia. Já o Siba é um cara desconhecido para mim, vindo lá do Recife, e pelo background que o cara tem, dá para esperar que o show seja no mínimo interessantíssimo.
As outras bandas não são ruins, mas sei lá, não me parecem tão interessantes e diversas - ou pelo menos são bandas menos incomuns.
O MGMT por exemplo, eu acho que poderia trocar por outro grupo do mesmo calibre - sem todo o hype chato em cima - como por exemplo o sensacional Beirut, que sim, tem estilo totalmente diferente, mas que é tão bom quanto aquele sanduíche cremoso do Habib’s.
Já o The National me pareceu um tanto quanto chatinho logo de começo, meio metido a darkside e tal, mas até que tem toda uma atmosfera bacana numa pegada indie post-punk à la Interpol.
Mas o que realmente não me agrada de jeito nenhum nesse festival é o tal do Klaxons e do The Gossip. Fala sério, mais puro hype non-sense chato. Trocaria ambas pelo dupla mega ofuscante Justice - que também se apresentará logo nesse fim-de-semana - e morreria feliz de tanto dançar.
O show começa sábado, dia 27, e termina segunda-feira, dia 29, e os ingressos já estão a venda no Teatro da Ufes por R$30 a meia para estudantes e R$60 a inteira. »
Até pouco tempo, a internet era um meio cujo acesso se restringia apenas aos computadores pessoais conectados com seus lentíssimos modens dial-up - aqueles mesmo que faziam um barulho engraçado na hora de conectar. É, pois é, era necessário se conectar à internet. Hoje em dia não só estamos conectados 24h/dia como também em qualquer lugar.
Mas então, muito foi dito sobre a web ser um meio responsável por isolar as pessoas, diminuindo os contatos sociais entre os indivíduos em favor da virtualização.
Entretanto as coisas mudaram e a web 2.0 apareceu para nos salvar da própria internet que, a essa altura do campeonato, parecia ser a vilã das grandes mídias que ainda dominavam a comunicação. Hoje vivemos a retribalização da internet: estendemos nossas vidas para a convivência virtual com milhões de outras pessoas no mundo todo. Expomos fotos, textos, músicas, sentimentos e vontades nesse emaranhado de informações que vai se acumulando, assim construímos nossa sociedade virtual a través dessa incrível rede.
A despeito da facilidade de comunicação e aproximação de pessoas proporcionada pela web, ainda reside no homem o instinto de se encontrar pessoalmente com outros membros de sua espécie para realização de atividades sociais, afinal de contas, não vai ser agora que o homem, milhares de anos depois de ter saído da caverna, vai resolver voltar para lá, se é que me entende. E mesmo que volte, sabemos que é apenas por um motivo natural.
Enfim, podemos perceber que existe uma lacuna a ser preenchida entre a internet e a “vida real”, por assim dizer. Uma lacuna que permite aproximar as pessoas para um convívio pessoal de encontros e desencontros do dia-a-dia.
Assim, como essas imensas bases de dados disponíveis em sites de relacionamento como Orkut e Facebook poderão nos ajudar a conhecer novas pessoas com interesses afins ou a encontrar amigos?
A resposta já está por aí, em algum canto do planeta, na internet, acessível a apenas alguns cliques, esperando para ser descoberta, desenvolvida e compartilhada.
Todos os dias vemos centenas de marcas novas e antigas. Todos os dias nós as vemos e em todos os cantos possíveis e imagináveis elas estão lá, marcando e demarcando.
Marcas que precisam ser lembradas por nós para funcionarem e, conseqüentemente, para vender, comunicar e funcionar propriamente como uma, resultado da simplificação de conceitos numa linguagem meramente visual e estilizada.
Na imagem acima temos vários soluções gráficas bem interessantes que poderiam muito bem ser logos de diversas empresas multinacionais, certo? Mas quais seriam elas? E qual seria o conceito de cada uma delas? O que representariam?
A bem da verdade, as figuras acima são apenas as bandeiras de algumas das capitais japonesas. Sim, são bandeiras de cidades japonesas1. Não me pergunte o nome dos designers que as desenharam porque eu não sei - como saberia? -, mas aposto que você nunca imaginaria isso, vai dizer. Ao menos que você fosse uma mistura de oriental com índio, ai tudo bem.
Entretanto, é importante dizer que cada um desses símbolos possui sim um conceito por trás fazendo as devidas ligações com a língua e com os elementos da cultura nipônica. Várias delas são representações altamente estilizadas de kanjis, katakanas e hiraganas, os quais estão intimamente ligados aos simbolos heráldicos - ou seja, a representação de brasões - japoneses, chamados de Mon.
A minha biblioteca de música do iTunes possuí cerca de 6.360 mp3, ocupando pouco mais que 34GB do meu HD, o que dá, aproximadamente, 25.776 horas de música, que seria o equivalente a 38.664644 (seiscentos e quarenta e quatro)discos de vinil girando à 33 1/3 RPM LPs e um EP.
Pois é, essa minha pequena coleção de músicas baixadas ao longo dos anos em programas como o Audiogalaxy, SoulSeek e rapidshares e torrents da vida é uma merreca - tanto em quantidade quanto em qualidade - perto da enorme coleção que Paul Mawhinney guarda em sua loja de discos. O cara é simplesmente dono de uma coleção de 3 MILHÕES DE DISCOS, mané. Isso é disco pra dar e vender. É tanta bolacha rara que grande parte do acervo do cara não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo.
O documentário The Archive mostra a paixão e a dedicação de Paul pela música durante toda sua vida, como ele fez para chegar a esse número obsceno de discos e o que pode acontecer com esse patrimônio da música. O documentário é inglês e sem legendas, mas dá para assistí-lo de boa mesmo se o único inglês que você conhece é o molho inglês.
Poder acessar a internet de qualquer lugar é o sonho de qualquer antenadinho de hoje em dia. Até eu que não tenho NENHUM aparelho móvel com conectividade wireless é tentadora a possibilidade de checar e-mails, ver pornografia e enviar Pokes para as pessoas no orkut fora de casa.
Só tenho um router wi-fi em casa e que serve para que a minha irmã possa se conectar a internet sem ter aquele monte de fio azul escroto pelos quartos, e ainda passar raiva quando os servidores DNS começam a não funcionar e a única coisa que funciona mal e porcamente é o MSN.
Embora o wi-fi não seja uma solução que permita acesso real à internet de QUALQUER lugar, em compensação é a mais prática e barata. Basta você ter um computador ou gadget com conexão wi-fi e acesso a um hotspot livre.
Hot Pocket, não é hotspot, viu? E tem gordura trans.
Se você não sabe o que é hotspot, ai vai a dica: alguns estabelecimentos disponibilizam acesso grátis para seus clientes, mas que na maioria das vezes acaba sendo utilizado por algum aficionado em busca de sinal de rede livre em seu iPod Touch. Reconhecer um desses lugares pode ser difícil para um leigo, mas não para um blogueiro com olhos de águia em busca de routers estrategicamente posicionados. Então, geralmente eles são identificados da seguinte forma:
Como dá pra ver, o símbolo acima diz que o local possui acesso wi-fi grátis. Agora, por favor, se você caiu aqui porque não sabe nem como conectar via wifi, tente procurar no Google. Opa, você chegou aqui pelo Google, né? Hehehe.
Lugares que tem acesso wi-fi, você pergunta? Em se tratando da província capixaba, não são muitos: Shopping Vitória, restaurantes chiques da Praia do Canto, McDonald’s, Redetronic Plus (em frente à Ufes), cafés badalados, Starbucks (em Vitória? vai sonhando…) e vejam só, no Parque da Pedra da Cebola! Isso mesmo, quero dizer, em teoria.
Foi assim: estava eu muito bem acompanhado e tendo uma tarde de sexta-feira bastante agradável no parque, quando vi dois sujeitos com laptop + Palm vagando pelo parque. Eles passaram perto de mim rapidamente e um deles soltou a frase “Aê, pode trazer seu laptop que agora dá pra acessar internet no parque”, ou algo assim.
Fiquei tão surpreso com a notícia que nem tive tempo de perguntar nada pros caras que já haviam desaparecido. Corri então pro celular pra anunciar a novidade no Twitter. A idéia de internet sem fio de graça em locais públicos eu já conhecia, mas estava restrita inicialmente aos bairros de Jardim Camburi e Ilha das Caieiras.
Pra tirar a dúvida fui lá hoje novamente. Infelizmente o parque estava fechado para manutenção, mas da entrada era possível pegar um sinal de rede um tanto quanto suspeito: PMV.PQCEBOLA - sugerindo Prefeitura de Vitória, blablablá, deu pra sacar? - O pior: bloqueado. Nem com intervenção divina foi possível atingir o 6° sentido, visão na velocidade da luz e uma mísera conexão com a internet.
Alguém com maiores HABILIDADES, por favor, poderia mandar um e-mail para a prefeitura e pedir a maldita senha, if you know what I mean. Eu não tenho laptop mesmo, nem sei porque me preocupo tanto com essas coisas. Mas se você tem, não perca a oportunidade de poder assistir à muitos vídeos no YouTube enquanto pega aquele delicioso sol matinal no parque.
Basicamente, ao contrário do que eu afirmei logo no início do post, eu tenho sim acesso a internet de qualquer lugar. Já cheguei a postar uma foto no Flickr, tirada na câmera do meu celular, diretamente do pico do Goiapabo-açu - ou seja, no meio do mata -, num frio do cacete, via celular. Até eu me surpreendo com essas coisas, às vezes.
Sabe, hoje é um dia do qual todos os blogs por aí estão comentando. Hoje, na verdade, é um dia normal na vida de uma pessoa normal, como quaisquer outros dias normais durante todo o resto do ano, mas não na vida de um blogueiro.
Por uma coincidência - ou não - entre a grafia da data e a palavra blog - veja a imagem ai em cima -, convencionou-se que hoje seria um bom dia para se comemorar o tal dia do blog. Uma comemoração um tanto quanto interessante, eu diria.
O que se faz no dia do blog é recomendar outros blogs para as pessoas conhecerem, lerem e assinarem seus respectivos feeds, imagino. São cinco blogs que reúnem o que eu mais gosto de ler descritos abaixo, então vamos lá…
Bunker é o abrigo secreto no meio da selva amazônica onde se esconde meu camarada Renmero Rodriguez. Para sobreviver ao caos pós-nuclear, só uma reserva respeitosa de música, HQs, filmes e um pouco de cultura indígena para os desavisados, se é que vocês me entendem.
Ironic Sans é um dos blogs mais criativos que eu já vi por aí. Um fotógrafo que fala sobre design, cultura, arte e outros assuntos de uma forma bastante irônica. Chegou até a ser citado no The New York Times e vende algumas das coisinhas que ele mesmo cria no seu site, como camisas pré-pixelizadas para reality shows.
Widoníd Another Hiro é o blog do cara que faz as toalhinhas das bandeijas do McDonald’s. Além de ótimo ilustrador, Hiro dá seus pitacos sobre vários assuntos de um jeito muito sagaz e divertido.
Bugio - eu ia deixar esse espaço em branco com um <espaço para o seu blog aqui>, mas não sei como - mentira, sei sim - caí nesse fosso jurássico pré-web 2.0 e não consigo mais sair de lá. SÉRIO.
Hoje é um Bom Dia é sem dúvida o blog que eu mais li até hoje e foi por culpa dele que eu comecei a escrever decentemente. Israel Nobre, o Kid, fala sobre nerdices e a vida de um nerd de forma ácida e sarcástica, arrumando confusão com a blogsfera e arrancando risadas de qualquer um. Sem dúvida a melhor idéia que ele já teve foi o tal do HBDtv que vale muito a pena ser assistido.
Se eu fosse um blogueiro de verdade, com certeza gostaria de ser o dono de qualquer um desses blogs aí em cima. Não que eu me envergonhe do dias normais, mas é que a grama do vizinho sempre é mais verdinha, saca?
Agora melhor eu terminar esse post logo antes que o dia termine.
Não, o Sr. Buyukkokten não foi flagrado usando drogas ilícitas, mas provavelmente você já deve ter visto um desses bonequinhos pipocando por aí na sua janela de atualizações. O BuddyPoke é um aplicativozinho pro orkut que permite enviar “cutucões”, por assim dizer. Essa porra simplesmente virou uma febre desgraçada no orkut há algumas semanas.
No começo eu não entendia qual era a graça de se ter um bonequinho 3D porcamente personalizado dando tapas na bunda, abraços e beijosmeliga nos outros. Só depois que eu criei um mini-Saulo poligonizado e recebi um bearhug (abraço de urso) da Lissa que eu fui entender a “fofurice” da parada.
É um fenômeno social, como diria meu professor de Multimídia - e é mesmo. Mas é claro que antes mesmo do orkut ter dado os primeiros passos em direção à plataforma OpenSocial - que permite o desenvolvimento desse tipo de aplicativo - o Facebook já era veterano nisso. Lá até existe uma app chamada SuperPoke! mas, não sei se é porque ela foi feita para gringos, que não é tão charmosa e divertida quanto o equivalente tupiniquim.
Essa semana teremos aqui no blog uma programação especial dedicada a ele, o grande senhor das trevas tupiniquim, a sombra que nos persegue na calada da noite, o grito preso na garganta dos indefesos e o gato preto que cruza o caminho, o inconfundível e único Zé do Caixão.
Não sei se vocês sabem, mas eu moro com a minha irmã e mesmo contando com a faxineira e com a mãe para dar uma forcinha na limpeza de casa, não é raro as ocasiões em que a pia fica cheia de louça ou a geladeira com comida guardada fazendo aniversário. Eu de verdade não sei o que seria de mim se não fosse as mulheres aqui de casa. Na verdade sei, mas não faço questão de comentar.
Quantas não foram as vezes em que eu cheguei em casa faminto e fui em direção à geladeira pegar alguma coisa para comer, peguei um pão de sal e passei requeijão nele sem nem perceber que o requeijão já estava vencido há uma semana!
Sem falar naquelas últimas fatias de pão de forma que sempre sobram no pacote, já meio verdinhas e cheias de bolor. Aquelas eu comia sem dó, ainda mais quando o bolor só aparecia na casca e que era só cortar, passar uma manteiga e comer com um copo de leite com toddy. Dilíça.
Outra coisa é o tal do microondas. Depois que compramos um aqui pra casa, ficou muito mais fácil preparar uma janta ou um rango no fim-de-semana quando não se tem nada pronto para comer. Arroz e feijão sempre estão guardados, só precisando esquentá-los, e o resto é improvisado.
Fim-de-semana passado, por exemplo, não tinha nada pronto na geladeira, só um tantinho de arroz. Daí então que parti em direção ao congelador - na verdade foi só abrir a porta de cima da geladeira - à procura de algo que pudesse satisfazer meu estômago. Para alegria das minhas papilas gustativas, encontrei uma lasanha dessas congeladas que eu nem preciso citar o nome da marca.
Nenhuma lasanha congelada nunca chegará aos pés da lasanha que minha mama faz, isso é fato incontestável, até o comilão Garfield concordaria comigo.
Saltei para trás ao ver que a lasanha que havia no congelador era uma lasanha VERDE à bolonhesa. “Mas que puta que pariu”, pensei surpreso, “porque foram inventar de colocar logo espinafre no meio da parada? Bacon, isso mesmo, bacon, ou cheddar, seria uma boa coisa a se colocar dentro de uma lasanha e ninguém o faz”. POR QUÊ?
Não tive tempo de concluir o pensamento porque a fome era maior do que a minha frescura com espinafre e, pra falar a verdade, era frescura mesmo porque a parada nem gosto de espinafre tinha. Nada que um pouco de ketchup não desse jeito.
Enfim, se há algo que não estragaria de jeito nenhum na minha geladeira, esse algo é lasagna. E pra terminar esse post, apresento à vocês uma pequena fábula em forma de animação dirigida por Ale McHaddo (juro que li Machado) e que conta com a participação de José Mojica Marins, o Zé do Caixão.
Agora um pedido, se até o dia 17 eu for um dos 5 primeiros a conseguir somar 150 visualizações de todos os curtas que eu publicar por aqui eu ganharei uma camiseta do Porta Curtas, então gostaria que vocês acompanhassem o blog esta semana e assistissem aos curtas-metragens que eu postar porque, acima de tudo, são bem legais.
Lembro da época do Blogcamp ES, que um dos assuntos que foram mais comentados - e sobretudo divulgado - foi sobre um site brasileiro de vídeos, em um dos primeiros da internet, o Videolog.
Se falou muito que o Videolog seria um concorrente à altura do YouTube, na América Latina, e muitas qualidades do serviço. Bom, eu não estou aqui para desmentir o que disseram lá, até porque eu nunca havia usado o serviço e o único conhecimento que eu tinha sobre ele era da época em que ele surgiu, logo após a febre dos Fotologs, quando ainda não era comum a publicação de vídeos pessoais, e isso meio que deixou uma má impressão em mim.
Mas pelo visto muitas coisas nele mudaram, isso é fato. Mas eu ainda não tinha como publicar nada a respeito já que não conhecia o serviço direito. Isso até o semestre passado, quando eu publiquei um vídeo realizado na faculdade e aproveitei para lançá-lo em diversos sites para poder fazer uma comparação bem embasada. O resultado do teste foi este mini-resenha comparativa de pontos positivos e negativos entre três dos principais serviços de publicação de vídeo na internet: Videolog, Vimeo e YouTube.
É bom dizer antes de mais nada que o vídeo postado em ambos os três sites foi o mesmo. Vale frisar que a comparação aqui se refere a MINHA breve experiência com os três serviços. Quanto ao formato do arquivo enviado, não me lembro muito bem, mas me arrisco a dizer que foi o seguinte:
O Que É, O Que É? - 2mim22s
Xvid H.264 @ 2000kbps / 30hz
Áudio AC3 192kbps
640×480px
Vídeo por Amanda Nascimento e Saulo Pratti.
Dito isto, vamos ao que interessa.
1.
O Videolog é um serviço de publicação de vídeos brasileiro e que conta com uma grande base de usuários que publicam conteúdo exclusivo, além de ter parcerias com estúdios e empresas do entretenimento.
Melhor qualidade de vídeo entre os serviços pesquisados.
Upoload e disponibilização rápida do vídeo.
Tratamento visual do site e do player bem feitos, com navegação fácil e informações precisas.
Pontos Negativos:
Como no Videolog, removeu a pausa proposital do video aos 1min12s, provavelmente deve ser problema do codec que ambos utilizam.
- - - - - - - - - -
3.
O YouTube é sem dúvida um dos sites mais populares da internet hoje em dia e recebe milhares de vídeos por dia. E por ser tão popular assim, geralmente é o lugar escolhido para se postar algum vídeo que você quer que seja visto pelas pessoas, amigos ou quem quer que seja.
Foi o único que manteve o vídeo na integra, sem cortes.
Pontos Negativos:
Pior qualidade de imagem.
Upload e disponibilização mais lento dentre os três.
A conclusão e o veredicto final é imparcial. Todos os sites tem seus defeitos e qualidades, restando apenas ao usuário descobrir qual se encaixa melhor às suas necessidades. Ou, na dúvida, postar seus vídeos em todos eles.
Outras conclusões podem ser tiradas à partir da análise de vário detalhes. Deixo ao cargo de vocês notarem as diferenças e as semelhanças entre cada um dos players.
É difícil imaginar que algumas coisas no nosso país podem melhorar, mas de vez em quando somos surpreendidos com vestígios de trabalho sério e aí podemos ver que existe trabalho sério onde menos esperávamos.
Há pouco tempo, o Restaurante Universitário da Ufes servia umas refeições medianas por um preço até barato pra comunidade acadêmica. E o que eu quero dizer com “refeições medianas” é o seguinte: se você conhece um típico restaurante universitário, sabe que a comida de RU é pesada pra caralho e te deixa empanzinado a tarde toda, que o suco - quanto tinha - não tinha sabor nenhum e acabava virando motivo de piada do pessoal tentando adivinhar o sabor do dia.
Só que nos últimos meses houveram algumas mudanças na parte administrativa lá do restaurante que melhoraram enormemente a qualidade da comida e mantendo o mesmo preço. Sério, acho que deve ser a melhor refeição dentre todas as federais. Por R$1,50 (isso se for estudante) você come num bandejão com arroz, feijão, 2 opções de carne ou ovo, salada, complemento (tipo polenta, pirão, abóbora, etc), sobremesa e suco.
Tipo, pela primeira vez, desde que entrei na Ufes em 2005, dá pra dizer que a bandeja tá cheia - em todas as divisórias. Agora também o próprio aluno poder se servir, colocar o quanto quiser na bandeja - menos a carne, que é a tia que coloca -, sem desperdício de sobrar comida e tal. Isso na teoria, porque fico assutado às vezes quando vejo bandejas cheias indo pro lixo, mas tudo bem.
O triste é ver que essas mudanças não se repetem em outros lugares tão freqüentemente. A falta de professores e carência de cadeiras no meu curso (Desenho Industrial) é uma realidade. Recentemente o curso sofreu algumas perdas de professores que ou estão de licença para fazerem doutorado ou simplesmente pediram demissão. Problemas estruturais e de manutenção no campus também são comuns de serem vistos e até noticiados nos jornais.
E pelo jeito isso deve ser uma situação generalizada em outras universidades, pelo menos é o que eu ouço de alguns colegas por aí. Não tirando o mérito da direção do RU e de quem trabalha sério, mas resta a dúvida se querem nos pegar pela barriga, numa tentativa sutil e safada de suavizar os problemas que a universidade pública vem enfrentando e que o governo diz que tenta sanar ou se é apenas o nosso querido Brasil dando certo e aprendendo a voar como um pássaro caolho que sai do ninho pela primeira vez e ainda está assustado com a imensidão que é o mundo lá fora.