dias normais

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Arquivos da categoria “Música”

(o que estou ouvindo agora?)

Umnavio – Mais seis meses no mar

“Mais Seis Meses no Mar” é o nome do novo EP do quarteto mineiro Umnavio de Uberlândia/MG. Os caras fazem um som reminiscente de bandas como o Cap’n Jazz que, lá no começo dos anos 90, ajudaram a tornar o hardcore emo um gênero mais acessível às massas e influenciaram as próximas gerações do indie rock americano.

Destaques do álbum pr’as faixas Alaska/US e Descanso/SC.

Mais seis meses no mar, umnavio.

Ferro e Vinho na La Blogotheque




Entre uma taça de vinho e outra Sam Beam, mais conhecido como Iron & Wine, toca Tree by the River numa apresentaçãozinha intima pro La Blogotheque. Coisa finíssima.

você é o turista

fun4r

D-tapes #1 — Acordar cedo é um saco… mas pode melhorar

Segundas são um saco, acordar cedo é um saco… mas pode melhorar e, ok, se essas músicas não te colocarem de pé num instante, nem um litro de mate vai.

Do rockzinho grudento de A Million Ways (que como sempre tem um clipe com dancinhas sensacionais) passando por Throwin’ Shapes que pra mim é a melhor música pra ouvir fazendo exercícios e chegando em Forced to Love que, se tocasse numa festa da Antimofo, definitivamente colocaria abaixo as estruturas do Centenário.

Playlist

  1. Yeah Yeah Yeah – New Politics
  2. A Million Ways – Ok Go
  3. Phantom Punch – Sondre Lerche
  4. Flathead – The Fratellis
  5. Fireworks – Polock
  6. Throwin’ Shapes – Minus the Bear
  7. Forced to Love – Broken Social Scene
  8. Commerce, TX – Ben Kweller
  9. The Way You Wear Your Head – Nada Surf
  10. Trinity – Paper Tongues

Ouça aí

Is This Thing On?

The Promise Ring – Is This Thing On? no YouTube.

Domingo

Poderia ouvir isso o dia inteiro.

Ben Folds Chat Roulette Five

Todo mundo lembra do ChatRoulette, né? Ficou bem famoso há algum tempo e ficou ainda mais depois que um maluco chamado Merton postou um vídeo no YouTube improvisando no Chat Roulette com o piano.

Muita gente achou que o pianista encapuzado fosse o Ben Folds, o que não era o caso. Em compensação eis que o próprio grava uma resposta “imitando” o suposto Merton, direto de um show com mais de 2 mil pessoas. Sensacional!

Lots of different reasons

[youtube]866YVD2_DRk[/youtube]

Why did you go?
Lots of different reasons,
So many, you can’t even count.

sad songs remind me of friends…

dessas bandas que ouvimos no last.fm, dessas que nos chamam a atenção por uma semana ou pouco mais e se tornam nossa banda favorita do mês. mais especificamente, dessas que tocam o tal do post-rock. dessas que não se engraçam com letra, voz e vocal. dessas que provocam terremoto por onde passam com suas massas sonoras. e principalmente dessas que atacam seus sentimentos com melodias de guitarras corrosivas e linhas de baixo entorpecentes.

bem original isso: compor e executar uma melodia capaz de quebrar as pernas de qualquer sujeito incauto que por ventura ponha-se na linha de fogo desses tratores instrumentais.

Mogwai é uma banda mais ou menos dessas. bruta, sutil, barulhenta, quieta e calada. eles sabem um pouco sobre rock’n'roll, sabem um pouco também sobre solidão e sobre como te deixar sem ar.

nem o mais forte dos ouvidos é capaz de conter a amargura contida que o mogwai pode provocar. Mogwai transpira e suspira. e o que as guitarras não dizem, as letras ajudam a explicar: come on die young.

[xx-video]Qh6a64qz6yo[/xx-video]
Mogwai – Cody no YouTube

TIM Festival 2008

Falta menos de uma semana UM MÊS para o TIM Festival desse ano e devo dizer que não estou nem um pouco animado para o concerto, quanto mais para fazer o meu “famoso” lineup alternativo do TIM Festival.

As atrações realmente estão uma bosta, pra falar a veradade. A exceção, na minha opinião, é o nigga motherfucker Kanye West que ganhou meu respeito logo de cara na primeira vez que assisti ao clipe da música Flashing Lights. Ignorante demais, puxa vida.

Mas nem a pau que eu pagaria 250 conto. Tá certo, seria R$125 porque sou estudante, mas mesmo assim. A propósito, a melhor coisa do TIM Festival em Vitória é a vantagem de que aqui o precinho dos shows é beeem camarada: 60 pila cada noite, contra 150 da versão paulista.

Se eu pudesse, eu iria em todos os dias, só que ao contrário do ano passado que eu fui exclusivamente para o show da maravilhosíssima Cat Power, esse ano eu pretendo ir mais pela música em si do que qualquer outra coisa. Por isso, penso seriamente em comprar o ingresso para o segundo dia das apresentações que terá no palco Siba e Gogol Bordello.

O Gogol Bordello eu já conheço de outros carnavais, ou melhor, conheço do Coachella desse ano, um dos maiores festivais de música do planeta, no meio do deserto! Meu pai costuma contar as histórias dele sobre os festivais de música de Alegre que ele foi quando era jovem, os acampamentos e as loucuras Woodstock-style, salvaguardado as devidas proporções.

Mas eu, bem… eu passei o fim-de-semana inteiro assistindo à transmissão do festival pela internet, com MUITAS bandas fodas – o lineup do festival não mente – e o Gogol foi uma banda que eu ainda não conhecia e que foi uma das que me chamou mais a atenção, sobretudo pela originalidade e energia. Já o Siba é um cara desconhecido para mim, vindo lá do Recife, e pelo background que o cara tem, dá para esperar que o show seja no mínimo interessantíssimo.

As outras bandas não são ruins, mas sei lá, não me parecem tão interessantes e diversas – ou pelo menos são bandas menos incomuns.

O MGMT por exemplo, eu acho que poderia trocar por outro grupo do mesmo calibre – sem todo o hype chato em cima – como por exemplo o sensacional Beirut, que sim, tem estilo totalmente diferente, mas que é tão bom quanto aquele sanduíche cremoso do Habib’s.

Já o The National me pareceu um tanto quanto chatinho logo de começo, meio metido a darkside e tal, mas até que tem toda uma atmosfera bacana numa pegada indie post-punk à la Interpol.

Mas o que realmente não me agrada de jeito nenhum nesse festival é o tal do Klaxons e do The Gossip. Fala sério, mais puro hype non-sense chato. Trocaria ambas pelo dupla mega ofuscante Justice – que também se apresentará logo nesse fim-de-semana – e morreria feliz de tanto dançar.

O show começa sábado, dia 27, e termina segunda-feira, dia 29, e os ingressos já estão a venda no Teatro da Ufes por R$30 a meia para estudantes e R$60 a inteira. »

A maior coleção de discos do mundo

A minha biblioteca de música do iTunes possuí cerca de 6.360 mp3, ocupando pouco mais que 34GB do meu HD, o que dá, aproximadamente, 25.776 horas de música, que seria o equivalente a 38.664 644 (seiscentos e quarenta e quatro) discos de vinil girando à 33 1/3 RPM LPs e um EP.

Pois é, essa minha pequena coleção de músicas baixadas ao longo dos anos em programas como o Audiogalaxy, SoulSeek e rapidshares e torrents da vida é uma merreca – tanto em quantidade quanto em qualidade – perto da enorme coleção que Paul Mawhinney guarda em sua loja de discos. O cara é simplesmente dono de uma coleção de 3 MILHÕES DE DISCOS, mané. Isso é disco pra dar e vender. É tanta bolacha rara que grande parte do acervo do cara não é encontrado em nenhum outro lugar do mundo.

O documentário The Archive mostra a paixão e a dedicação de Paul pela música durante toda sua vida, como ele fez para chegar a esse número obsceno de discos e o que pode acontecer com esse patrimônio da música. O documentário é inglês e sem legendas, mas dá para assistí-lo de boa mesmo se o único inglês que você conhece é o molho inglês.

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The Archive from Sean Dunne on Vimeo.