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Mapa da internet grátis em Vitória

Pois é, amigos, entrar no mundo sem fio, além de causar um câncer que enventualmente vai matar todos nós, ainda contribui com duas novas paranóias na minha vida: encontrar tomadas e hotspots de internet.

Pra amenizar pelo menos a situação deste último, fiz um mapinha sem vergonha no Google Maps com a localização aproximada de alguns locais conhecidos na cidade com internet de graça.

A ideia é que todo mundo possa contribuir para aumentar essa lista. Vale internet de café, de restaurante, de shopping, da faculdade, do hospital, do hotel, do aeroporto e até mesmo do seu vizinho, não importa! Só não se esqueça de marcar a localização correta do lugar, o SSID da rede e a senha, caso houver.

Portanto, se tu conhece algum lugar que tenha internet sem fio, faça o favor de incluir no mapa, ou, deixe um comentário aqui no blog pra que alguém adicione.

Beleza? Então vamo que vamo.


Ver Wi-Fi Grátis Vitória num mapa maior

Ah sim, qualquer um pode colaborar com as informações do mapa.

A experiência é o que conta

Já falei aqui algumas vezes sobre hábitos de consumo ou, em outras palavras, de gastação de dinheiro, numa análise mais profunda. Então quem leu isso sabe que eu sou do tipo que se deixa levar pela boa aparência das coisas e por uma coisa que acho muito intrigante e que acho bastante válida, que é a tal da experiência do consumidor, do usuário ou do que seja.

Muitos devem torcer o nariz e achar isso meio banal. “É claro, pô, todo mundo gosta de um bom atendimento!” – Mas é aí que está a diferença entre um bom atendimento e uma experiência rica entre consumidor e loja.

Vejam só, na sexta-feira eu saí cedo da aula e fui a um bar com sinuca perto da Ufes com uns colegas de curso. O lugar não é dos mais bonitos, nem toca boa música, mas tudo bem, tem cerveja e mesas de sinuca por um preço médio comparado aos outros bares da região. Entretanto, nem bebemos cerveja e só jogamos umas duas partidas e fomos embora.

Beleza, fui em direção ao ponto de ônibus para ir para casa, mas eis que passei bem em frente à nova loja da Redetronic. Pensei: “por quê não?” e entrei, afinal nunca tinha ido lá antes. De fora da loja mal dá para ver o que há la dentro, por causa das persianas que cobrem toda a vitrine.

Logo que entrei fui recepcionado por um funcionário que me perguntou se precisava de ajuda. Respondi que estava apenas querendo conhecer a loja. Este então respondeu o seguinte:

- Tudo bem, tem Guitar Hero e café logo alí, se quiser. Fique a vontade.

Há ainda mais que isso: um spot wi-fi livre para quem estiver com laptop e alguns computadores para acessar a internet.

Nem preciso dizer que fiquei um bom tempo me divertindo no Guitar Hero, né? Aprendi a tocar com a bendita da guitarrinha foda, toquei Ruby do Kaiser Chiefs, Bulls on Parade do Rage Against the Machine e ainda fiz um versus com um guri que conheci lá, tocando Sweet Child O’ Mine. É claro que eu ganhei.

Antes de entrar na loja eu não tinha intenção de comprar nada, para falar a verdade, mas depois de vários cafézinhos, lembrei que tava precisando comprar uma adaptadorzinho molex pro meu HD Sata. Comprei. Foi caro? Não, não foi. Foi até mais barato do que na concorrência.

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Agora vejam aí, em qual dessas situações a experiência com o consumidor foi melhor. Relevem qualquer tipo de predileção por uma das coisas. Eu gosto tanto de cerveja gelada, mulher e sinuca quanto de gadgets, videogame e internet de graça. Dá pra notar uma diferença grande no comportamento entre duas situações, não dá?

Meu mouse agora está com o botão de rolagem bichado. Onde será o primeiro lugar que vou pensar em procurar um novo?

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Outra coisa que me chamou a atenção foi no fim-de-semana que passei na casa da minha mãe. Perto da casa dela abriu um supermercado novo e diferente dos que se vê por aqui.

Pra ser direto ao assunto, a porcaria do supermercado parece com aqueles de filmes de Hollywood: estacionamento enorme na frente, pé direito altíssimo e preços relativamente abaixo da média. Pra completar, o nome do lugar é Ok. Isso mesmo, Supermercado Ok, mais americano impossível.

Por dentro não é dos mais bonitos e modernos, mas tem umas prateleiras altas pra caralho que só aquelas empilhadeiras para alcançar o topo. Os carrinhos de compra são maiores, mais largos, justamente para as pessoas comprarem mais. No quesito variedade de produtos o lugar não é tão bom assim. Raramente se encontra artigos de luxo, só o basicão mesmo.

A semelhança é com esses estabelecimentos que vendem à varejo, tipo Sam’s Club e Makro, com a diferença que esse faz a venda comum e aí é outra experiência de consumo.

E você, que tipo de consumidor é? Opine aí.